quinta-feira, 27 de maio de 2010

Acontecimentos que marcaram o tempo

Um acontecimento que fez o tempo parar e provocou o caos aéreo por alguns dias em toda a Europa Ocidental...meninos, eu vi... o tempo parou...
Agora, a marca suíça de relógios Romain Jerôme , conhecida por já ter criado peças exclusivas baseadas em acontecimentos e excentricidades, contendo por exemplo poeira lunar e partes do Titanic, acaba de lançar um relógio com cinzas do vulcão no mostrador e uma pequena pedra vulcânica. O valor do relógio não foi divulgado. Ah! vem com certificado de autenticidade...Pois é, o tempo não pára...

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Direto de Nova York, por Nizan Guanaes

Artigo publicado na Folha de S.Paulo dia 24/05/2010

MINHA COMPANHIA, o Grupo ABC, assim como inúmeras outras empresas brasileiras, tem sido influenciada pelo pensamento gerencial de Beto Sicupira e Jorge Gerdau. Amplamente influenciado pela dupla, procurei o professor Vincente Falconi, do INDG. O professor Falconi, que dispensa apresentação, há dois anos nos ajuda a dar disciplina e método a nossa criatividade. Não é uma tarefa fácil.
O Brasil tem uma arraigada e antiquada crença de que criatividade e disciplina são incompatíveis. Evidentemente que isso não é verdade.
O que Falconi prega é que os líderes da organização escrevam seu conhecimento, suas metas e transformem em rito as práticas que fizeram a organização bem-sucedida, assim como mantenham registro de experiências penosas da companhia. De forma que, através dessa caixa-preta, se busque entender as razões do problema e que processos devem ser modificados para que ele não ocorra novamente.
Aos inimigos da disciplina e amigos do talento caótico, diz Falconi, de forma magistral, que se Mozart não tivesse colocado toda a sua intuição, talento e geniosidade em partituras, toda a sua criatividade teria sido perdida.
Ler o que professor Falconi escreve ou fala é mais gostoso do que praticar o que ele defende. Convencer criativos a segui-lo (entre os quais me incluo) é uma tarefa heroica. Mas, depois de convencidos, o resultado é espetacular. As pessoas percebem que não basta só fazer benfeito. É preciso fazer bem o que precisa ser feito de um jeito direito.
É esse Brasil sofisticado do professor Falconi, de Gerdau, de Norberto Odebrecht que pretendo representar. Amo samba, caipirinha, futebol, mas o Brasil é muito mais do que isso. Depois de se firmar como mercado emergente, o Brasil precisa se firmar como cultura emergente. Um país que não tem medo do mundo. Que, sem soberba ou subserviência, tem hospitais do nível do Albert Einstein e do Sírio Libanês. Meus amigos, quem é do país de Machado de Assis tem motivos para viver de cabeça erguida.
Isso não tem nada a ver com oba-oba. O Brasil ainda tem problemas desafiadores para resolver. Afinal, tudo no Brasil é gigante pela própria natureza, mas é justamente construindo a marca Brasil no mundo que vamos dar mais um salto. E o Brasil faz benfeito. E tem áreas de excelência em muitas áreas.
O que fica a dever o Itaú Unibanco aos grandes bancos do mundo? É como parte deste Brasil destemido e internacional que passo uma parte significativa do meu ano em Nova York. É daqui que escrevo, no meio de uma semana particularmente intensa para o Brasil, já que foi a semana do "Homem do Ano", na qual Henrique Meirelles, presidente do BC, foi agraciado.
Graças à força do Brasil, a Câmara Brasil-Estados Unidos é um fórum que ganhou muito mais força, além do trabalho insaciável do conselheiro Sergio Millerman e seus colegas. O mundo está faminto por informações sobre o Brasil.E temos de aproveitar essa oportunidade. Porque ela não é uma janela, ela é uma porta. Uma porta que se abre não só por causa da Copa do Mundo ou dos Jogos Olímpicos. Mas por um conjunto de conquistas das quais a Copa e os Jogos Olímpicos são um "tipping point".
E acredito que um país que tem o fabuloso Alessandro Teixeira à frente da Apex e empreendedores como Zeco Auriemo, Duda Sirotsky, João Apolinário, Flavio Rocha e Marcos Molina tem tudo para ser o principal país do Bric. Aquele que está na frente não apenas no B da sigla, mas no H da história.
Por Nizan Guanaes - Artigo publicado na Folha de S.Paulo

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Green Buildings em São Paulo - 10/04


No dia 10 de abril passado realizamos, com sucesso, em parceria com o GBC Brasil e o Ecobuilding Consulting mais uma edição de Visitas Guiadas Green Buildings em São Paulo.
O evento foi um sucesso.
Num sábado muito agradável, arquitetos, engenheiros, incorporadores e construtores se reuniram para ver de perto algumas das principais soluções verdes aplicadas em empreendimentos certificados LEED da cidade de São Paulo. Em cada local, os consultores das obras nos deram breves porém consistentes informações sobre as práticas de sustentabilidade e pudemos ver as particularidades de cada obra, visitar os edifícios por completo, em uma visita que agregou muito a todos nós.
Agora no dia 29 de maio teremos mais, desta vez no Rio de Janeiro, um evento excusivo e oficial do GBC Brasil, para o qual estamos nos empenhando na pesquisa dos edifícios para mostrar o que há de melhor em sustentabilidade e certificação na Cidade Maravilhosa e esperamos contar com todos vocês!!

Trattoria al Sasso

Cordialidade, amizade e uma comida típica regional do vêneto feita pela mamma... inesquecível...
Ainda estávamos um pouco preocupadas com nosso retorno ao Brasil, mas fomos tão bem acolhidas em Pádova pela família da Adriana que esta noite transformou nossas preocupações em puro prazer. Foi demais!
Fomos convidadas para jantar na Trattoria da família, que fica em Castelnovo: Al Sasso Tratoria. Quem estiver de carro pelo norte da Itália não deve perder esta! Basta seguir em direção a Teolo, a partir de Pádova. Fica em cima da montanha (tem um pedacinho de serra pra subir, mas vale a pena mesmo! Garanto!). Ambiente maravilhoso, vistas incríveis, a própria construção é um achado e a comida nem se fala...
Fomos recebidas pelo Lucio, proprietário do restaurante e tio da Adri. Na cozinha, sua esposa e sua filha transformam ingredientes frescos e simples da região em verdadeiras maravilhas, com muito carinho. O restaurante é da família desde a década de 50, quando ali começaram com uma osteria. E foi passando de pai pra filho. Desde o pão e das entradas, tudo é feito lá. As verduras, os temperos...parece que foram colhidos na hora...ai...saudades. O ambiente é refinado, mas mesmo em ambiente tão caprichado, as pessoas são simples e gentis.
Família Calaon: obrigada pelo jantar maravilhoso! Pela companhia e pelo carinho, principalmente!
Bom, vamos ao que interessa: fotos! Memórias gastronômicas de uma noite muito, muito, muito agradável entre novos amigos:


Antes dos antipastos, chegaram à mesa estes pães feitos eli mesmo, com um presunto cru de suíno levemente defumado e a sálvia frita! Crocante! Gente! Folhas de sálvia, passadas na cerveja e na farinha e fritas! Uma delícia!




Aos antipastos: o meu fundo de alcachofra com melanzane e funghetto (beringela e funghizinhos) e um molhinho de queijo fundido...estava maravilhoso!
As meninas foram de pudim de espinafre
com molho de queijos...essas florezinhas fritas eram uma delícia!

Meu primo piatto: subioti gratinado com ricota e espinafre...o melhor que já comi!
Este é um espaguetti super tradicional, com verduras da região (bruscandoli). Parece uma chicória, não sei se é....

A sopa de feijão da Sara! A clássica "Pasta e Fagioli"...Uhuuum...
A esta altura, quando chegaram "os segundos pratos", a gente estava tão animada pra provar que nem deu tempo de fotografar! Inesquecível e simples o frango frito...ah! e as batatinhas e os carciofi (alcachofras) fritos tbém!...sem fotos...devoramos muito rápido...hehehe


A minha sobremesa não podia ser outra coisa: Gelato mega artesanal de chocolate e de pistache! Buoníssimo! Italiano vero!


Tudo regado a San Pelegrino e muitos e variados vinhos...a maioria franceses...foi o Giácomo, que é italiano vero que quis assim...bom, realmente, os franceses mandam bem nos vinhos...


Só alegria: Alê, eu, Adri e Sara subindo a serra pro jantar


Lucio Calaon e Adriana Bianchi

Eu e Elena (namorada do Giacomo)


Eu e Giácomo Calaon

Eu e a minha amiga Dri...só na grapa e no lemoncelo...é digestivo, gente!
Aí vai a dica: Trattoria al Sasso
http://www.trattorialsasso.it/Sasso/Benvenuto.html

Como disse, se estiver de carro pelo norte da Itália, não perca esta!

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Edra na Feira de Milão


O Estande da Edra era realmente bem impactante. Sempre muito cheio, difícil fotografar as peças sem alguém interagindo, tocando (olhando com as mãos) cada móvel. Muita gente. Por isso, fiz esta filmagem amadora pra quem não pode ver ao vivo poder sentir um pouquinho da "vibe" da feira e do espaço da Edra. Destaque para a presença marcante dos Irmãos Campana.


Feira do Móvel de Milão

Enquanto caminhava pelos corredores dos pavilhões de Design do Salão do Móvel de Milão deste ano, pensava constantemente nas máximas de Mies Van Der Rohe. Sou fã incondicional deste grande arquiteto, um dos profissionais mais influentes do século XX, que ditou as principais tendências da arquitetura moderna e cujas máximas continuam atuais: “Menos é Mais” e “Deus está nos detalhes”. Bem, este ano, no Salão, vi reafirmadas suas máximas. Cores neutras, sofás modulares, módulos, módulos e mais módulos, jogo de cores, poucos e impecáveis acabamentos, texturas, impressões em vidro, tecidos e os materiais...fica claro o grande investimento que empresas grandes fazem em pesquisa de materiais. Tudo no estilo “Menos é mais...” E os detalhes... O design tem dessas coisas. Dá vontade de se aproximar da peça e observar como obra de arte, tamanho o cuidado com o acabamento que nos surpreende pela simplicidade. Alguns estandes já enchiam os olhos. Além dos ambientes, das peças, a própria montagem do estande era uma obra de arte. Destaco o Estande da Moroso, que particularmente adorei



Instalação no estande da Moroso, obra de Patrícia Urquiola.

Magis na Feira de Milão 2010
















quarta-feira, 28 de abril de 2010

Fenômeno natural não é responsabilidade de ninguém ou é responsabilidade de todos?

Amsterdam para todos

Dizem que quem vai a Amsterdam e se lembra de tudo em detalhes não viveu intensamente a cidade...bom, isso é o que dizem...

A cidade de Amsterdam tem certas particularidades que só existem ali na Holanda. Também dizem que quem conhece Amsterdam não conhece a Holanda. Que para conhecer a Holanda é preciso ir a cidades como Roterdam, por exemplo, para ver a verdadeira Holanda, e que aquilo ali, Amsterdam, é surreal, que não é assim em toda parte.

Eu não conheço Roterdam, mas acho Amsterdam encantadora. Uma cidade com particularidades onde teorias são aplicadas na prática e com êxito, pelo menos aos olhos de quem está ali de passagem, como turista.

Uma sociedade onde é permitida a eutanásia, onde as drogas leves podem ser consumidas e comerciaizadas onde o casamento homossexual e a prostituição são legalizados. Um lugar onde tudo isso acontece mesmo, na prática, com todo o respeito pela individualidade e pelas escolhas de cada um, só pode ser uma cidade com uma sociedade, no mínimo, digamos, evoluída. Pela sua abertura, pela sua civilidade, pelo respeito a todo e qualquer ser humano...pelo respeito às diferenças, tudo em harmonia.

Pode ser que no dia a dia, para quem vive ali, talvez para os mais conservadores ( se é que os conservadores conseguem viver em Amsterdam), não sejam só flores, ou melhor, tulipas, mas aos olhos "impressionistas" de quem está de passagem pela cidade, a coisa parece funcionar e depois da segunda ou terceira caminhada pelo Red Light District, a mais antiga profissão do mundo nem parece mais tão chocante aos nossos olhos curiosos, quando vemos as prostitutas ali escancaradas em vitrines, oferecendo seus corpos como mercadorias.

A cidade é linda, a comida é boa e o povo é muito acolhedor. A produção de nova (e boa) arquitetura é tão inovadora e avante de seu tempo quanto todo o sistema e a sociedade. Vi alguns prédios que só seriam possíveis mesmo num lugar de mente tão aberta (isso fica para um outro post sobre arquitetura...prometo...)


Só vê a prostituição quem quer ver. Só fuma maconha quem procurar por ela, tudo na maior civilidade e respeito. Cada coisa em seu lugar, sem anarquia. A coisa é bem organizada. E acredito, bem fiscalizada também.


E quanto às suas memórias...aí, vai depender das suas escolhas...
É preciso saber conviver, esta é a mensagem: tolerância e respeito ao próximo. Ou, como dizia meu querido Professor de Urabnismo, o Jairo quando fomos juntos pra Amsterdam em 95/96: “Cada um, cada um...”

Vulcão Eyjafjallajoekull (juro que não digitei: foi Ctrl C Ctrl V)

A Mãe Natureza é implacável. Pensar que um vulcão, que nem é dos maiores, de nome quase impronunciável, lá na Islândia(!!?!?) foi capaz de parar praticamente todo o transporte aéreo da Europa Ocidental...por dias!...além dos prejuízos diretos sofridos pelas companhias aéreas, imagino os outros prejuízos que o fechamento dos aeroportos deve ter causado para a economia, todo o comércio, turismo, correio, transporte e todos os negócios que dependem dos aviões pra acontecer. Tanta gente impedida de voar, tanta coisa importante pra transportar...

Pois é. E o vulcão nem era dos maiores. Tampouco a erupção foi tão imensa assim. Basta a natureza querer se pronunciar um pouquinho que seja e está armada a confusão...E nem precisou acontecer algo assim em um grande centro como NY ou Tóquio pra que as conseqüências atingissem o planeta como um todo e a economia...a erupção foi na Islândia! Lá na...ops!perdão...
Em uma época em que se fala tanto de questões de sustentabilidade, meio ambiente, economia de energia e tudo o mais, a natureza manda seus recados. Talvez tenhamos começado tarde demais. Espero que não...


Recados intensos e a intervalos de tempo cada vez menores, acontecimentos naturais de repercussão mundial que estão tomando conta dos noticiários. Os terremotos do Haiti, do Chile, as nossas chuvas devastadoras, a catástrofe no Rio, o tsunami de 2004... Mesmo com toda a tecnologia dos dias atuais, e mesmo que possamos prever muitos destes eventos, não há como evitar “algumas” de suas conseqüências.


Uma nuvem de cinzas com partículas sólidas que podem danificar turbinas, corroer fuselagem...o que fazer? Neste caso, prevenir possíveis catátrofes maiores, fechando os aeroportos e impedindo as cias aéreas de voar...17 mil vôos cancelados na Europa até domingo, dia 18...


Sabe quando assitimos certos acontecimentos e tragédias pela TV e nos tranqüilizamos pensando: “Nossa, que bom que isso jamais aconteceu comigo”? “Nossa, que bom que foi lá na...Islândia!!”hehehe... E veja como afetou o mundo...inclusive esta brasileira, que estava a kilômetros e kilômetros de distância do tal vulcão, e ainda assim viu-se impossibilitada de fazer uma coisa tão simples: pegar um avião e voltar pra casa.


O respeito a Natureza e às suas necessidades urge. Talvez seja este o grande impasse dos dias contemporâneos: encontrar o equilíbrio entre o natural e o artificial. Na minha opinião, virar uma “eco-xiita” talvez não seja o caminho. Mas há vários e vários gestos diários que podem contribuir. Mas acho que só vai funcionar mesmo, de verdade, quando houver uma consciência muito, muito grande de toda a coletividade.


Saber conviver e estar em harmonia com a natureza, respeitando seus limites e suas vontades (dentro e fora da gente) e aproveitar o melhor que a tecnologia e as ciências podem nos prover para que seja alcançado este equilíbrio...bom...desculpem-me os especialistas... são apenas divagações...eu me permito este post...afinal, desta vez, eu não assisti pelos noticiários...

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Aeroporto de Malpensa no dia 18 de abril, domingo passado

Bom agora que já estou no aconchego do lar (cheguei hoje, finalmente!!) , aí vão alguns filmes do aspecto do aeroporto de Malpensa e do trem espresso no domingo passado, quando tentei embarcar:


terça-feira, 20 de abril de 2010

Oi, pessoal! Estou em Padova. Na casa de gente muito boa! Tem muita gente sem hotel, mas gracas a Deus e Santo Antonio, estamos aqui com amigos.
Acho que consigo embracar quinta feira. Saudades de todos. Quando voltar, vou colocar varios filminhos sobre esta minha viagem....tem muita coisa...baci! Daqui a pouco estou ai!!!!!

domingo, 18 de abril de 2010

Dritto da Milano

A "situazione"é a seguinte: 17 mil vôos cancelados em toda a Europa. E as cinzas resolveram se alojar justamente na altura de....adivinha....Milão! E eu? Onde estou? Milão!
Ia partir hoje, com a Swiss via Zurique, mas Malpensa está fechado. Fiumicino, em Roma funciona a 50%. A situação que se vê nos noticiários é de um número incontável de gente tentando deixar Milão, dormindo no aeroporto (os hotéis estão lotados, e em Malpensa, providenciaram 2 salões com camas para que os passageiros pudessem dormir no aeroporto, pois non c'e posto!) ou tentando pegar um trem para algum outro país próximo e voar a partir de lá. A Estazione Centrale tem filas enormes nas bilheterias, gente, principamente estrangeiros tentando comprar bilhetes para algum outro país cujo aeroporto esteja aberto... Está quase impossível encontrar um taxi e os Pullmans já foram todos giú, a Roma...
Isso tudo, somado a grande visitação da Feira do Móvel que fez com que a cidade ficasse simplesmente abarrotada de gente (para chegar na Zona Tortona era verdadeiramente uma massa humana caminhante. Este fim de semana, para atravessar aquela ponte verde sobre o Naviglio e chegar a Via Tontona foi uma experiênca quase surreal...muita, muita, muita gente...)
Eu poderia pegar um trem para Zurique e tentar embarcar de lá, mas a situação na estação central é tão caótica quanto a dos aeroportos.
Esperamos que amanhã Malpensa possa operar...Mando notícias frescas!
Beijos!

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Milano è Milano


Beh! Milano è Milano...como diz Lucio Dalla: "Milano perduta dal cielo, tra la vita e la morte, continua il tuo mistero"...Uma cidade que não pára, com tantas caras diferentes, tão cheia de vida e de tantos sotaques...Por onde se anda, uma coisa diferete, um traço, uma cidade diversa! é assim que vejo Milão. Muitas cidades em uma. É isso mesmo, essa cidade louca mi fa impazzire! Uma loucura! Esta semana, especialmente por causa da Feira do Móvel, tudo gira em torno disso. Hoje fiz uma caminhada pelo Corso Monforte e pela via Durini...fui até Brera...uma delícia caminhar por aquelas ruas pequenas e ouvir ao longe o som de um violinista de rua, tocando aquela música linda do Phill Collins pro Rei Leão. As lojas de design todas estão se preparando para a semana que começa. Muitas vitrines sendo feitas. A maioria está com as vitrines escondidas, tampadas com tessido ou papel para que sejam apresentados somente no momento exato as suas novidades, seus lançamentos.
Hoje não vai dar pra postar fotos. Prometo pra "domani"..."magari dopo domani"...

Tanti Saluti!

quinta-feira, 25 de março de 2010

A Felicidade, segundo Arrigo Cipriani (dono do Harry's Bar)

A-do-rei!!!

Encontrei este trecho da entrevista de Arrigo Cipriani (o dono do famoso Harry's Bar de Veneza, que hoje deve estar perto dos seus 80 anos de idade) para a revista italiana GQ (maio de 2008). Gostei tanto que resolvi reproduzir pra vocês com a respectiva tradução.


"Diamo per assodato questo: bisogna tendere sempre alla felicità. Come? Realizzando le cose. Se si fa una cosa bene, questo dà felicità. La cosa che mi dà soddisfazione, oltre ovviamente ad avere il ristorante pieno, è vedere che la gente è contenta. Tornando al discorso di prima, sul fatto che non ci deve essere nessuna imposizione, se lei ha 50 persone sedute, a cui non è stato imposto nulla, allora in quel momento viene fuori quel dio che abbiamo nella pancia, definiamolo cosi' anche se non so cos'è, che si chiama atmosfera: cioè quelle 50 persone sono tutte contente. E questo si trasmette da uomo a uomo. Io credo fermamente nello spirito dell'uomo: se c'è un uomo violento, trasmette uno spirito violento, se è felice, trasmette felicità."
"Damos por certo isso: há que tender sempre para a felicidade. Como? Realizando as coisas. Se se faz uma coisa bem feita, isso traz felicidade. Uma coisa que me dá satisfação, obviamente além de ter o restaurante lotado, é ver que as pessoas estão felizes. Voltando ao discurso anterior, sobre o fato que não se deve impor nada a ninguém, se você tem 50 pessoas sentadas, a quem não foi imposto nada, então naquele momento salta pra fora da gente aquele Deus que temos dentro da barriga, vamos defini-lo assim, memo se eu não sei o que é exatamente, mas vamos chamar de atmosfera: ou seja, aquelas 50 pessoas estão todas felizes. E isso é uma coisa que se transmite, de pessoa pra pessoa. Eu acredito firmemente no espirito do homem: se há um homem violento, ele transmite um espírito violento, se é feliz, transmite felicidade."

segunda-feira, 22 de março de 2010

Férias de Julho dançando em NY

Esta é para quem não gosta de ficar parado e quer conhecer uma Nova York diferente e muito animada!
Mais um programa bem elaborado pelo ArqTours, o II Urban Dance Experience Tour mistura lazer com aulas de vários ritmos e muito, muito mais.
Com acompanhamento e orientação de professores brasileiros renomados, participaremos de aulas nos principais estúdios de dança da cidade (infinitas modalidades e para todos os níveis de dificuldade), também vamos assistir a um show da Broadway e fazer caminhadas por locais históricos ligados às danças urbanas, como jazz, street, hip hop, rap etc. Para os interessados, haverá um festival internacional de House com espetáculos e batalhas (ingressos não incluídos), além de dias dedicados às compras e um city tour inesquecível.
Uma viagem muito especial e diferenciada!
É um programa para todos que gostam de dançar e para quem curte Nova York e quer conhecer conosco uma nova face desta cidade incrível.
Indique para os amigos!
Quem quiser tirar suas dúvidas, entre em contato comigo 11 9126-9968.
Quem leva é a Interbusiness Tours: 11 5585 3874

terça-feira, 9 de março de 2010

III Missão Green Buildings em NY

Já está quase pronto o programa desta III Missão Green Buildings em Nova York.
A Missão envolve um criterioso olhar sobre as questões de sustentabilidade e meio ambiente em Manhattan, e inclui visitas técnicas aos principais Green Buildings da cidade, alguns deles os primeiros e maiores do mundo.
Entre em contato conosco para mais informações:
Interbusiness Tours: (11) 5585 3874 (Argemiro Villaça)
ArqTours: (11) 9126 9968 (Arq. Raquel Palhares)
As vagas são limitadas. Garanta logo a sua!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Nova Londres

O Parlamento e o Beg Ben continuam lá firmes e fortes. A Catedral de St Paul e a Abadia de Westminster, com toda sua imponência também. A troca da guarda ainda é atração turística no Palácio de Buckingham, as cabines telefônicas e os ônibus vermelhos marcam visualmente cada esquina da cidade há décadas.

Mas Londres também está cheia de novidades.

Desde o ano 2000, para comemoração da virada do milênio, significativas e importantes obras de reurbanização e novas construções vem sendo inseridas no skyline e na agenda cultural da cidade. Primeiro foram as obras pra comemoração em si: a roda gigante London Eye, a ponte do milênio de Norman Foster, a nova Tate Modern e a cobertura translúcida do British Museum. Depois, já dentro das práticas sustentáveis, a nova prefeitura (City Hall) e o famoso “Gherkin”, o edifício cilíndrico apelidado de pepino transformou o skyline da região central da cidade.

Mais recentemente, sérios projetos de renovação e expansão urbana vem sendo planejados. “Planejados” sim. O compromisso de reduzir os impactos climáticos fez com que a cidade de Londres começasse cada vez mais a planejar o seu desenvolvimento urbano, projetando seu crescimento populacional, direcionando o crescimento da cidade e evitando com isso uma futura degradação econômica, social e principalmente ambiental.

Ao sul do Tâmisa e principalmente a leste da cidade, melhorias na infra-estrutura urbana e de transporte prometem um crescimento considerável no extremo leste da cidade para os próximos anos. Os projetos prevêem o futuro, pensam no amanhã, vão além.

Ao sul do Tâmisa, a renovação do tecido urbano em Southbank fez toda a diferença. Alguns trechos renovados oferecem hoje opções de lazer e entretenimento únicos e estão sempre cheios de vida.

No caso das Olimpíadas, muitos dos equipamentos que estão sendo erguidos serão futuramente desmontados (muitos serão negociados e vendidos para futuras cidades-sede e outros tantos terão suas dimensões reduzidas e abrigarão outras atividades mistas). Já há todo um estudo para construção futura de apartamentos, escolas, hospitais, escritórios e outros serviços na região onde hoje erguem-se os equipamentos olímpicos.


O mais importante não é construir um Estádio Olímpico super tecnológico, deslumbrante que depois se torne um elefante branco (como é o caso do Millennium Dome, aquela tenda branca construída em 2000 para abrigar exposição sobre o novo milênio, que hoje ainda busca novas funções é indefinidamente chamada ora espaço de concertos, ora espaço de "entretenimento" - apesar da região onde está também ser hoje objeto de renovação urbana e estar crescendo como nova área de loteamentos para moradias). Aprendendo com os erros, Londres está se superando a cada dia.
Assim como aconteceu com Barcelona, as Olimpíadas são uma grande oportunidade.
No caso de Londres, de forma mais criteriosa e envolvida, promete manter a cidade no caminho do crescimento e da estabilidade, agora envolvendo-se com as melhores práticas sustentáveis.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Olimpíadas Londres 2012


Desde que foi escolhida para sediar os Jogos Olímpicos de 2012, Londres tem se destacado por estabelecer a palavra "legado" como princípio fundamental da organização do evento. A ideia aqui é que o impacto das Olimpíadas não termine em 2012, mas sim produza uma revitalização da economia que deixe benefícios de longo prazo para a cidade.
“Para organizar as Olimpíadas, não basta apenas construir as instalações esportivas, que são obviamente uma parte importante do evento. É preciso aproveitar essa oportunidade única para resolver desafios chaves da cidade, como problemas de infra-estrutura e sociais”, diz o arquiteto Bill Hanway, um dos coordenadores do projeto Legado dos Jogos de Londres-2012.
O foco do projeto olímpico londrino é a revitalização do bairro de Stratford, uma das áreas mais pobres e carentes da Europa, na zona leste da cidade.
Para discutir que tipo de legado o comitê organizador britânico pretende deixar para Londres após os Jogos de 2012 e que lições o Rio de Janeiro pode tirar disso, a BBC Brasil entrevistou Bill Hanway, vice-presidente da Aecom, a consultoria que lidera o Projeto Legado de Londres-2012.
BBC Brasil – Como começou e do que se trata o projeto Legado dos Jogos de Londres-2012?
Hanway – O projeto surgiu ainda em 2003, dois anos antes de a cidade ter sido eleita como sede das Olimpíadas de 2012. Desde o início, o que sustenta nossa iniciativa é o reconhecimento de que para organizar as Olimpíadas, não basta apenas construir as instalações esportivas, que são obviamente uma parte importante do evento. É preciso aproveitar essa oportunidade única para resolver desafios chaves da cidade, como problemas de infra-estrutura e sociais. Assim, tudo o que vem sendo feito para os Jogos foi pensado também para deixar um legado positivo para Londres que perdure pelo menos até 2040.
BBC Brasil – Por que as Olimpíadas representam um momento tão especial para mudanças nas cidades?
Hanway – Em primeiro lugar, os Jogos podem gerar uma vontade política única. Decisões que eram difíceis de serem tomadas antes, até por falta de consenso, tornam-se mais viáveis por causa das Olimpíadas. Isso decorre da atenção que a população e a mídia dedicam ao evento. Além disso, as Olimpíadas sempre atraem uma quantidade única de recursos financeiros, o que faz toda a diferença.
BBC Brasil – O que o projeto Legado pretende mudar em Londres?
Hanway – Nosso foco principal é revitalizar o bairro de Stratford, na zona leste de Londres, uma das regiões mais pobres da Europa. A expectativa de vida nessa área é sete anos inferior à média nacional. Os índices de criminalidade e pobreza também são os mais altos, enquanto os de acesso à educação e à saúde são os mais baixos do país. É justamente lá que o Parque Olímpico está sendo instalado. Nossa intenção é que as Olimpíadas deflagrem uma efetiva regeneração da zona leste de Londres. Certamente não vamos resolver todos os problemas, mas o projeto Legado pode dar os primeiros passos.
BBC Brasil – Quais serão esses primeiros passos?
Hanway – O primeiro grande desafio urbanístico da região é o transporte público. Para levar as pessoas para trabalhar no Parque e posteriormente comparecer aos Jogos, a área está sendo conectada às principais redes de metrô e de ônibus da cidade. Também teremos 14 quilômetros de novas ruas chegando à região, além de 35 quilômetros de ciclovias e calçadões. Depois dos Jogos, essa será a zona mais bem conectada de Londres. Outro problema que diagnosticamos lá foi a ausência de um espaço público de lazer. Por isso, o projeto Legado prevê que uma área de mil metros quadrados do Parque Olímpico seja convertida em um enorme parque para o público depois dos Jogos. Finalmente, o Parque está sendo desenvolvido para deixar para a região cerca de 10 mil novas casas, 35% delas a preços populares, cinco escolas e três centros médicos. Tudo isso seguindo o que há de mais avançado em termos de tecnologias sustentáveis para o meio ambiente.
BBC Brasil – Não há o risco de que parte das estruturas desse Parque Olímpico, como o estádio, fique abandonada por falta de uso depois dos Jogos?
Hanway – Graças ao projeto Legado, Londres não terá de conviver com estruturas ociosas após os Jogos. As estruturas do Parque Olímpico já têm um uso previsto para depois do evento esportivo. O Centro de Mídia, por exemplo, se tornará um prédio de escritórios. Já o Estádio Olímpico terá sua capacidade de público reduzida pela metade, já que 55 mil pessoas será espaço excessivo, e passará a abrigar uma escola de esportes para adolescentes. Com iniciativas desse tipo, vamos evitar o que ocorre na Grécia, onde há estruturas que praticamente nunca mais foram usadas depois dos Jogos de 2000 e que estão se deteriorando.
BBC Brasil – Muitos empregos costumam ser gerados antes e durante os Jogos, principalmente no setor de construção civil. Mas esses empregos não desaparecem depois das Olimpíadas?
Hanway – É importante lembrar que as estruturas criadas para os Jogos podem gerar empregos depois que o evento acabar. Os sistemas de transporte e de manutenção das redes de água, esgoto e energia elétrica que serão instalados continuarão gerando vagas de trabalho. Há previsão também de que os trabalhadores da construção civil continuarão ocupados por um bom tempo com adaptações das estruturas olímpicas às novas necessidades. Mas, o mais importante de tudo isso, é que a reurbanização e a reestruturação da região propiciadas pelos Jogos gerem desenvolvimento econômico. Estimamos que essa expansão da economia local possa gerar até 10 mil novos empregos em diversos setores, em especial no comércio e em serviços.
BBC Brasil – Qual tem sido a participação da comunidade local nos Jogos?
Hanway – Em Londres, há regras que obrigam os organizadores de grandes eventos a incluir a população local na organização. Isso é muito importante, porque só assim você mantém as pessoas motivadas e interessadas no projeto. Mais do que isso, é só assim que garantimos que o legado será de acordo com o que elas realmente desejam. Os jovens têm papel especial nesse processo. Se você pensar que os Jogos do Rio ocorrerão a daqui seis anos, são as crianças de hoje que vão estar mais motivadas e participativas quando o evento efetivamente ocorrer. Portanto, é preciso levar os alunos das escolas locais para conhecer os futuros centros esportivos, permitir que eles acompanhem a organização dos Jogos e convidar atletas para conversar com essas crianças sobre suas experiências olímpicas. Finalmente, é preciso permitir acesso especial aos Jogos para a comunidade local. É fundamental que a população que recebe as Olimpíadas possa desfrutar do evento tanto quanto os turistas.
BBC Brasil – Os desafios sociais do Rio, principalmente em termos de violência, não podem ser comparados com os de Londres. É realmente possível imaginar que o Rio possa seguir os passos de Londres?
Hanway – Enquanto Londres e o Rio são certamente cidades diferentes que desempenham papéis distintos no contexto nacional e regional, os princípios fundamentais que conduzem o projeto Legado de Londres são totalmente replicáveis pelo Rio de Janeiro. Em primeiro lugar, é preciso estabelecer prioridades, como melhorar o sistema de transportes, o fornecimento de água e a qualidade dos serviços de saúde e educação. A chave para o sucesso de um projeto legado no Rio seria garantir que os investimentos nos Jogos priorizem iniciativas que gerem benefícios de longo prazo. Mais do que isso, é preciso transformar em lei aquilo que for estabelecido pelo projeto legado, de forma que seus ideais não se percam com o tempo.
BBC Brasil – Quais são as lições que o comitê organizador do Rio-2016 pode tirar de vocês?
Hanway – Durante a organização dos Jogos, há sempre muita pressão sobre a tomada de decisão, sobre a liberação de recursos, sobre aspectos específicos do evento etc. Mas os organizadores precisam ter em mente que todo investimento financeiro e político para os Jogos pode e deve produzir um legado de longo prazo. Ao mesmo tempo em que se pensa na estrutura que as Olimpíadas exigem, é preciso olhar para o futuro e enxergar os desafios sociais e urbanos que a cidade precisa suplantar. As duas coisas precisam andar juntas. Tenho certeza de que, com esse raciocínio, a história da zona leste de Londres vai mudar completamente. O mesmo pode acontecer com o Rio.
Fonte: BBC Brasil - Victor De Martino - 11/02/2010 - 15h05

7 More London


Foster + Partners concluiu o primeiro edifício de escritórios na Inglaterra que atingiu a certificação BREEAM "Outstanding": 7 More London Riverside é o último e maior edifício no plano de More London, desenvolvido pelo More London Development, e fornece uma nova sede sustentável de 10 andares para a PricewaterhouseCoopers LLP.


O edifício integra uma série de estratégias de economia de energia.
Além de uma fachada de alto desempenho projetada para oferecer sombra e isolamento, o edifício apresenta painéis solares de água quente, telhados verdes e um completo sistema automatizado de gestão e medição.
A planta de trigeração da Combined Cooling Heating & Power (CCHP) fornece uma fonte de baixo carbono para refrigeração, calor e energia com resultado 55% inferior em emissões de CO2 ao exigido no 2006 Part L2 Building Regulations.
Visível de todos os lados, o edifício não tem uma ‘frente’ ou um ‘fundo’ óbvio, então considerações particulares e diferenciadas foram dadas às fachadas para assumirem presenças distintas dentro do projeto. As fachadas em zig-zag protegem o interior, mas permitem que a luz do dia penetre nos escritórios. Uma sequência de persianas externas animam as fachadas envidraçadas, capturando e projetando luzes e cores no interior e criando um efeito cintilante na face exterior do edifício.


Para otimizar ainda mais a luz do dia e as vistas, as alas simétricas do edifício abrem-se para o rio e revelam uma abertura circular em seu núcleo. Três pontes curvas, nos andares 2, 5 e 8, ligam as duas alas, enquanto a elevação sul cai para 7 andares para respeitar o gabarito dos edifícios ao longo da Tooley Street.
A função do átrio de altura interna tripla como uma praça central para os ocupantes do edifício - um espaço onde o potencial para a arte e o arranjo dos elevadores e pontes espelha a vida externa de More London. Escadas para subir ao mezanino com salas de reuniões e instalações de entretenimento, enquanto elevadores transportam diretamente do nível do solo para os andares de escritórios. Duas clarabóias iluminam o espaço e proporcionam um foco para o terraço jardim circular acima, que constitui um dos vários jardins de cobertura.


Mike Jelliffe, sócio responsável da Foster + Partners, comentou:“Estamos muito contentes que 7 More London Riverside conseguiu a certificação BREEAM ‘Outstanding’ e eu felicito toda a equipa envolvida no projeto. Este é um resultado excelente - é um testemunho da excelente qualidade do design; nossa altamente bem sucedida colaboração com Roger Preston & Partners, Arup, MACE, BDP e uma vasta gama de consultores e da visão e apoio de More London Development e PricewaterhouseCoopers".


• O plano More London abrange mais de 52 mil metros quadrados em Southwark delimitado pelo River Thames e inclui a prefeitura (City Hall), um hotel, prédios de escritórios e extensos espaços públicos ajardinados, incluindo um anfiteatro aberto.



Fonte:http://www.fosterandpartners.com - 08/02/2010